Em busca do heroi perdido
 
   

INTRODUÇÃO

 

O presente trabalho destina-se, em primeiro lugar, a alunos do nono ano e deverá ser realizado antes da análise do episódio de Inês de Castro de “Os Lusíadas”. Poderá, contudo, ser realizado por quem vir nele uma forma de enriquecimento pessoal.

Foi na Quinta das Lágrimas que, no século XIV, floresceram os amores PROIBIDOS de Pedro e Inês, que acabaram em tragédia, inspirando, por isso, poetas, escritores, compositores e realizadores de cinema nacionais e estrangeiros de todos os tempos. Garcia de Resende  foi o primeiro poeta que, com “Trovas à Morte de Inês de Castro”, celebrou esta bela história de amor, contribuindo  para a sua universalidade e intemporalidade.  

Depois dele, muitos outros escritores nacionais, e entre eles, Manuel de Figueiredo, Reis Quita, Bocage, António Ferreira, Agustina Bessa-Luís, Luís Rosa e João Aguiar, Ângelo da Silva, João Pimentel Ferreira, Ruy Belo, José Carlos Ary dos Santos, Natália Correia, Armando Martins Janeiro, Gondim da Fonseca, Ludovina Frias Matos, etc., vieram engrossar a lista dos que quiseram imortalizar esta história.

Aos escritores juntaram-se cineastas como Leitão de Barros (1944), John Clifford (1992) e José Carlos de Oliveira(1999) e compositores que nos legaram respetivamente filmes e  belíssimas óperas e outras composições inspirados na morte de Inês.

   
   
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