Resistente e adaptável, a espécie está no centro
da atual epidemia de Zika, além de ser vetor de contagio da Dengue, das febres
Chikungunya, Amarela e outras enfermidades mais raras.
Sua presença é mais comum em áreas urbanas e a infestação é mais intensa em regiões com alta densidade populacional,
devido os espaços urbanos terem ocupação desordenada, assim, as fêmeas tem mais
oportunidades para alimentação e dispõem de mais criadouros para desovar.
A infestação do mosquito é sempre mais intensa no
verão, em função da elevação da temperatura e da intensificação de chuvas –
fatores que propiciam a eclosão de ovos do mosquito. Para evitar esta situação,
é preciso adotar medidas permanentes para o controle do vetor, durante todo o
ano, a partir de ações preventivas de eliminação de focos do vetor. Como o
mosquito tem hábitos domésticos, essa ação depende sobretudo do empenho da
população.